
Até onde podemos falar
quinta-feira, 7 de outubro de 2010 Seja o primeiro a comentar!
YouTube cria uma forma de censura contra pastor evangélico. Quem pediu? Um vídeo no YouTube foi visto, segundo sei, por mais de quatro milhões de pessoas. O pastor Paschoal Piragine Jr., da Primeira Igreja Batista da Curitiba, expõe os motivos por que os fiéis, segundo ele, não devem votar no PT— e a descriminação do aborto é uma delas. Como sabem, não postei o vídeo aqui porque poderia parecer endosso a tudo o que Piragine diz. E tenho algumas boas divergências. Mas isso agora é irrelevante. Ocorre que o Youtube passou a pedir senha ou registro para que o vídeo possa ser acessado (aqui). Lê-se a seguinte mensagem: “Segundo a sinalização da comunidade de usuários do YouTube, este vídeo ou grupo pode ter conteúdo impróprio para alguns usuários”. Epa! Aí não dá! Impróprio para quem? Especialmente para os petistas, não? Quantos são os vídeos no YouTube que esculacham os tucanos e todos aqueles que o PT considera adversários? Falar mal do partido, agora, deve ser algo escondido, como se o Internauta usasse a Internet para ver pornografia? É uma forma de censura. Não se trata de expor a intimidade de ninguém ou de calúnia. É uma crítica politica, concorde-se ou não com ela. Há outro arquivo do vídeo aqui. Essa gente vai ter de aprender a viver num país livre! Por Reinaldo AzevedoARMADILHA PERIGOSA
quarta-feira, 21 de abril de 2010 Seja o primeiro a comentar!
Realmente... Cada palavra que sai da sua boca assemelha-se a um cavalo. Alguns cavalos são bem treinados, muito bem limpos e tratados. Esses são os cavalos de corrida. Eles têm uma forte e poderosa energia atrelada à sua incrível habilidade. Quando um cavalo de corrida sai do estábulo, o que se espera é que ele traga a seu dono muitas recompensas e preciosos prêmios.
Existem, no entanto outros cavalos que são selvagens, e o fator dominante neles está no perigo sempre iminente dos seus coices. Eles podem ser destrutivos, a ponto de inclusive tirarem a vida de alguém.
Eis aqui o paralelo: toda vez que você abre a boca, esteja consciente de que você se assemelha a um cavalo que acabou de sair do estábulo. Tenha, pois cuidado com as suas palavras, porque elas são como um cavalo bem treinado.
Existem, no entanto outros cavalos que são selvagens, e o fator dominante neles está no perigo sempre iminente dos seus coices. Eles podem ser destrutivos, a ponto de inclusive tirarem a vida de alguém.
Eis aqui o paralelo: toda vez que você abre a boca, esteja consciente de que você se assemelha a um cavalo que acabou de sair do estábulo. Tenha, pois cuidado com as suas palavras, porque elas são como um cavalo bem treinado.
Esteja certo de que elas serão frutíferas e atingirão um bom propósito, isso porque – à semelhança de um cavalo selvagem – elas podem trazer muitas dores. Em outras palavras: esteja constantemente alerta ao poder devastador ou abençoador da sua língua!
O EVANGELHO
O Evangelho – esta é minha profunda convicção – é a resposta para todas as nossas questões. Isto porque ele lida com nosso coração no nível mais profundo das nossas reais necessidades.
Ao contrário de certas terapias (que enfatiza sentir-nos bem a respeito de nós mesmos), ou da lei moral (que estabelece um padrão de moralidade que nunca conseguiremos alcançar), o Evangelho trata com a nossa inabilidade de sermos sempre bons, e realisticamente nos afirma: “Apesar da sua falta de perfeição, você tem dignidade e valor”.
O Evangelho garante: “Você é pior do que imagina ser, mas é muito mais amado e aceito do que consegue imaginar ou sonhar.
Por quê? Porque Jesus Cristo viveu e morreu em seu e em meu lugar. O Evangelho, conforme afirma o Novo Testamento, significa que somos simultâneamente justos e pecadores.
Quando realmente reconhecemos quem somos – pecadores perdidos -, isso faz com que venhamos a reconhecer nossas limitações. Entretanto, quando também reconhecemos o que somos em Cristo, essa percepção nos traz uma profunda e serena confiança acerca de nossa real identidade.
Ao contrário de certas terapias (que enfatiza sentir-nos bem a respeito de nós mesmos), ou da lei moral (que estabelece um padrão de moralidade que nunca conseguiremos alcançar), o Evangelho trata com a nossa inabilidade de sermos sempre bons, e realisticamente nos afirma: “Apesar da sua falta de perfeição, você tem dignidade e valor”.
O Evangelho garante: “Você é pior do que imagina ser, mas é muito mais amado e aceito do que consegue imaginar ou sonhar.
Por quê? Porque Jesus Cristo viveu e morreu em seu e em meu lugar. O Evangelho, conforme afirma o Novo Testamento, significa que somos simultâneamente justos e pecadores.
Quando realmente reconhecemos quem somos – pecadores perdidos -, isso faz com que venhamos a reconhecer nossas limitações. Entretanto, quando também reconhecemos o que somos em Cristo, essa percepção nos traz uma profunda e serena confiança acerca de nossa real identidade.
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